Alexandre Birman 2010 |
Um bom início para a marca que acaba de aterrisar na Europa, onde ela espera decolar, como o ocorrido nos Estados Unidos, sua terra natal. Depois de Paris, escolhida para construir a sua imagem, Alexandre Birman trabalha desde outubro em cima da sua expansão rumo ao Velho Continente, e além dele. A Itália e a Alemanha, claro, mas também a rede Sacks, em Dubaï, Harvey Nicols Hong Kong ou ainda a Malásia e o Japão estão no rol de prioridades.
Força para atacar, eis uma qualidade que este empreendedor foi dotado desde o berço. Até porque Alexandre Birman não chegou, assim, do nada. A sua marca se originou a partir do grupo brasileiro Arezzo. Fundador e fabricante de quatro marcas de calçados, detentor de 200 lojas na América do Sul, a sua grife surgiu como uma marca premium. Uma pequena joia confiada às talentosas mãos do herdeiro de 34 anos da família que está na origem do Grupo.
Para o seu desenvolvimento são visadas as boutiques conceito e as mais luxuosas lojas de departamento. Nada é suficientemente exagerado ao empreendedor, que está decidido a vestir os pés das mulheres na faixa dos 30 e 40 anos que são "fashion, sexy e que buscam algo diferente". Certamente todas encontrarão o paraíso entre os trinta modelos desejados pelos varejistas que se perderão entre as possíveis escolhas de formas, cores e materiais.
Qualidade e conforto obrigatórias, os mais sábios e extravagantes dentre os mortais terão que desembolsar a bagatela de cerca de 600 euros (1.400 reais) para poder colocar nos pés um sapato com a assinatura de Alexandre Birman.