Semana de Moda de Curitiba
O Museu Oscar Niemeyer abrigou a 3ª edição da Semana de Moda de Curitiba (SMCwb) que aconteceu de 19 a 22 de abril. Já consolidado no calendário da cidade, o evento nasceu com o propósito de apresentar jovens estilistas num espaço onde pudessem crescer e ampliar o mercado de moda. Ao longo dos quatro dias os visitantes puderam conhecer marcas curitibanas que vem se destacando no mercado alternativo e ganhando reconhecimento.
Nas duas edições anteriores, realizadas no Memorial de Curitiba, o evento já havia criado dois espaços, uma para novas marcas que além de desfilar contavam com stands para comercialização de seus produtos, e outro para experimentações, chamada de Passarela 2, onde jovens designers podem desfilar até 5 looks.
Nesta edição, além das duas passarelas, a Semana de Moda de Curitiba contou com uma convergência de diferentes áreas unindo moda, música, artes cênicas e literatura. Tudo isto num espaço onde feira, palco de shows e passarela se misturavam aos visitantes criando um ambiente vivo e colaborativo.
“Acreditamos que o evento, além de mostrar moda, é no fundo, um momento de entretenimento. Pensando assim, fomos buscar formas de entreter as pessoas sem sair do círculo da moda” disse Junior Gabardo um dos idealizadores da SMCwb/LabModa, que junto do amigo, o fotógrafo Daniel Sorrentino, realiza o evento.
Outro fator a ser observado foi a evolução das marcas que participam desde o início. Mesmo tendo uma produção limitada, a preocupação com qualidade e design foram evidentes. Segundo Gabardo isto faz parte das exigências da organização da SMCwb/LabModa que mais que volume de desfiles se preocupa com a qualidade das coleções. “Estas marcas vão crescer muito e em cada edição isso será notório”, afirma.
Na opinião da organização do evento quanto dos participantes a Semana de Moda de Curitiba não é mais focado apenas em estreantes. “Os designers que apresentam suas coleções não podem mais ser considerados como 'novos' e sim estilistas com objetivos reais, buscando reconhecimento como criadores, começando pela própria cidade onde vivem”, complementa Carolina Gritten, da VelvetUnderwear, marca que está presente desde a primeira edição.
A participação no Curitiba Lab Moda, para a estilista, é a atividade mais importante de divulgação, e o principal retorno foi o aumento do alcance da marca entre clientes, interessados e formadores de opinião. Segundo ela, a realização no MON deu uma cara muito mais séria ao evento como um todo, contribuindo para o amadurecimento das marcas, pois a cada edição há a necessidade de superar o trabalho mostrado na anterior e isso naturalmente vai trazendo essa evolução.
Sobre o futuro da Semana de Moda de Curitiba, Junior Gabardo é otimista: “A Semana de Moda vai ser um evento marcado por trabalhar as áreas de convergência que a moda tem com outros eixos de cultura. Continuaremos sendo inovadores e agressivos no que fazemos. Nossa missão de criar uma plataforma cultural e comercial para as marcas locais será sempre um foco de nosso trabalho. Somos uma equipe que quer ser grande e não tem medo disso”.
Por Henrique Cabral e Anelise Fylyk
![]() Look Renata Luciana - Foto: Wellington Scapulare |
Nas duas edições anteriores, realizadas no Memorial de Curitiba, o evento já havia criado dois espaços, uma para novas marcas que além de desfilar contavam com stands para comercialização de seus produtos, e outro para experimentações, chamada de Passarela 2, onde jovens designers podem desfilar até 5 looks.
Nesta edição, além das duas passarelas, a Semana de Moda de Curitiba contou com uma convergência de diferentes áreas unindo moda, música, artes cênicas e literatura. Tudo isto num espaço onde feira, palco de shows e passarela se misturavam aos visitantes criando um ambiente vivo e colaborativo.
“Acreditamos que o evento, além de mostrar moda, é no fundo, um momento de entretenimento. Pensando assim, fomos buscar formas de entreter as pessoas sem sair do círculo da moda” disse Junior Gabardo um dos idealizadores da SMCwb/LabModa, que junto do amigo, o fotógrafo Daniel Sorrentino, realiza o evento.
Outro fator a ser observado foi a evolução das marcas que participam desde o início. Mesmo tendo uma produção limitada, a preocupação com qualidade e design foram evidentes. Segundo Gabardo isto faz parte das exigências da organização da SMCwb/LabModa que mais que volume de desfiles se preocupa com a qualidade das coleções. “Estas marcas vão crescer muito e em cada edição isso será notório”, afirma.
Na opinião da organização do evento quanto dos participantes a Semana de Moda de Curitiba não é mais focado apenas em estreantes. “Os designers que apresentam suas coleções não podem mais ser considerados como 'novos' e sim estilistas com objetivos reais, buscando reconhecimento como criadores, começando pela própria cidade onde vivem”, complementa Carolina Gritten, da VelvetUnderwear, marca que está presente desde a primeira edição.
A participação no Curitiba Lab Moda, para a estilista, é a atividade mais importante de divulgação, e o principal retorno foi o aumento do alcance da marca entre clientes, interessados e formadores de opinião. Segundo ela, a realização no MON deu uma cara muito mais séria ao evento como um todo, contribuindo para o amadurecimento das marcas, pois a cada edição há a necessidade de superar o trabalho mostrado na anterior e isso naturalmente vai trazendo essa evolução.
Sobre o futuro da Semana de Moda de Curitiba, Junior Gabardo é otimista: “A Semana de Moda vai ser um evento marcado por trabalhar as áreas de convergência que a moda tem com outros eixos de cultura. Continuaremos sendo inovadores e agressivos no que fazemos. Nossa missão de criar uma plataforma cultural e comercial para as marcas locais será sempre um foco de nosso trabalho. Somos uma equipe que quer ser grande e não tem medo disso”.
Por Henrique Cabral e Anelise Fylyk
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