Christian Audigier quer conquistar o mercado francês

O designer das estrelas hollywoodianas Christian Audigier não apenas contempla o mercado francês da sua mansão em Los Angeles, do outro lado do Atlântico. Ele arregaçou as mangas e partiu para conquistar mais este espaço.

Christian Audigier
Christian Audigier na sua mansão em Los Angeles

Nos últimos dez anos, o designer se tornou uma estrela no meio das estrelas. Pode-se vê-lo de braços dados com celebridades como Madonna ou Britney Spears, celebrando seus 50 anos em grande estilo ao lado dos super famosos e sobretudo esbanjando sua fortuna com baladas de dar inveja a qualquer pop star.

Christian Audigier

O retorno à França, sua terra natal, foi feito ao seu estilo, ou seja, em grande estilo, com a inauguração de uma loja em uma das principais avenidas parisienses, e um enorme stand “Ed Hardy by Christian Audigier”, de nada menos que 300 metros quadrados em um dos mais importantes salões de moda da França, o Who’s Next.

Isso dá uma dimensão das ambições deste homem que « insiste em existir », como ele mesmo se denominou em entrevista à FashionMag.com. Uma insistência que custou a bagatela de quase 2 milhões de euros.

Homem de negócios que é, ele sabe que não pode empregar os mesmos métodos que utiliza nos Estados Unidos para entrar no mercado francês. O espírito na Europa deve ser com menos holofotes. O que conta mais são os cortes, os estilos e os looks.

Christian Audigier

Depois de ter lançado a marca Von Dutch, Christian Audigier decidiu criar a sua própria marca inspirado no nome do tatuador californiano Ed Harry. Não demorou mais que cinco anos para que construísse seu império que se estende de confecção de moda ao champagne, passando por perfumes e calçados. Ao total são 179 produtos da marca, tanto para adultos quanto para crianças. As bolsas, os calçados e os perfumes representam os mais rentáveis.

Por enquanto nem todos os produtos estão disponíveis na França e ele fixou um limite de 18 meses para alcançar um resultado de 10 milhões de euros. Para isso, está prevista a abertura de outras quatro lojas, incluindo duas na famosa galeria da Champs-Elysées. Um segundo passo é entrar no mercado alemão, o grande motor econômico da Europa.

Par Emilie-Alice Fabrizi

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