Relógios masculinos vêm com máquina exposta

Nesta seleção de marcas internacionais dedicadas aos relógios esportivos de luxo, confira a aposta de cinco grifes, que deixam expostas as máquinas de seus modelos como recurso estético.



Linden Werdelin (primeiro relógio) lançou uma nova versão em ouro rosa do modelo SpidoLite. Em um tom próximo ao cobre para a caixa, a parte interna fica exposta pelo mostrador vazado, que é preto, assim como a pulseira em couro. Nesta releitura, o contraste nas extremidades dos ponteiros foi acentuado com pequenas inserções de branco.

Mais esportivo que os já apresentados, o acessório de Richard Mille (segundo relógio) destaca-se pela quantidade de pequenos parafusos utilizados em sua caixa. Voltado para mergulhadores, a peça é grande, mas torna-se discreta pela predominância da cor preta e do titânio escovado.

Mais exposto que a versão anterior, o acessório da Bovet (terceiro relógio) mescla ouro e titânio. Três ponteiros saem diretamente das engrenagens, cujos indicadores de hora são prolongamentos da circunferência da caixa dourada. Azul, vermelho e preto são utilizados para parafusos, ponteiros e pulseira, respectivamente.

Safiras em cinza e roxo aparecem em harmonia com engrenagens e parafusos no modelo da Corum (quarto relógio). Assim com o a pulseira em couro, o fundo da caixa é preto e destaca ainda mais as diversas rodas dentadas cromadas, grandes como os parafusos que sustentam o visor.

O modelo de Parmigiani Fleurier (quinto relógio) não é nada convencional e dá bastante destaque para sua máquina. Com o mostrador de horas deslocado para o lado, o que fica em evidência são as engrenagens douradas e prateadas. Sua pulseira, feita com couro de bezerro, é uma concessão da Hermès.

Por Eduardo Pedroso
Fotos: Divulgação

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