Ai, jesus!
Volto ao assunto: mais uma vez uma celebridade mais do que ajudar, atrapalha num evento de moda. E acho que era isso que a marca queria: mídia, mídia, mídia. Tumulto e gente até com convite, sem ser da imprensa, sem poder entrar no desfile da Ellus. Tudo por causa de Jesus Luz, o garoto que encantou Madonna.
Primeiro, ele não dá entrevista pessoalmente (apenas por email e apenas para alguns, mas abriu uma exceção para uma canal de TV por assinatura ligado ao evento); segundo, não é um ótimo modelo (têm homens com muito mais pegada de passarela do que ele); terceiro, se não fosse Madonna quem seria ele?
E aí fica de novo a pergunta: por que será que marcas como a Ellus precisam de tanto auê? No inverno passado, Agyness Deyn foi a estrela da marca, que também já trouxe Kate Moss. Se a marca, fundada nos anos 70 por Nelson Alvarenga, não sair do foco, não é necessário celebridades. Mas, mais uma vez, isso rende mídia espontânea. E, mais uma vez, vira tumulto, porque muita gente quer ver o menino de Madonna.
E a roupa? Uma profusão de jeans bem feitos, casacos, jaquetas, vestidos e saias, em modelagens tradiconais e de alfaiataria. E os pretos misturados com cores puras: vermelho, azul e amarelo. Pronto, não precisa de mais nada. Nem de milagres. Ai, Jesus!
Crônica - Rosângela Espinossi
![]() A passagem de Jesus Luz na Ellus causou alvoroço - 19 de janeiro de 2010 Foto: Felipe - Panfili/AgNews Direto da SPFW |
Primeiro, ele não dá entrevista pessoalmente (apenas por email e apenas para alguns, mas abriu uma exceção para uma canal de TV por assinatura ligado ao evento); segundo, não é um ótimo modelo (têm homens com muito mais pegada de passarela do que ele); terceiro, se não fosse Madonna quem seria ele?
E aí fica de novo a pergunta: por que será que marcas como a Ellus precisam de tanto auê? No inverno passado, Agyness Deyn foi a estrela da marca, que também já trouxe Kate Moss. Se a marca, fundada nos anos 70 por Nelson Alvarenga, não sair do foco, não é necessário celebridades. Mas, mais uma vez, isso rende mídia espontânea. E, mais uma vez, vira tumulto, porque muita gente quer ver o menino de Madonna.
E a roupa? Uma profusão de jeans bem feitos, casacos, jaquetas, vestidos e saias, em modelagens tradiconais e de alfaiataria. E os pretos misturados com cores puras: vermelho, azul e amarelo. Pronto, não precisa de mais nada. Nem de milagres. Ai, Jesus!
Crônica - Rosângela Espinossi
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